Muito boas más leituras!
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Uma Parede que Pariu Livros! #2
E mais uma má ou melhor péssima experiência, daquelas que se tivéssemos uma lareira, fazia-mos bolinhas com as folhas do livro e atirávamos para lá!
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Uma Parede que Pariu Livros! #1
Começa hoje a rubrica "Uma Parede que Pariu Livro", este espaço está reservado para a partilha das minhas e das vossas más experiências com livros, essa experiência é tão má, que só mesmo uma parede podia ter escrito o livro!
A primeira é da Carla Faleiro!
"No inicio pareceu-me interessante e com algum sentido de humor, mas à medida que o livro avança os personagens perdem-se.
Aparece-nos um Santiago cheio de si, mas que no fundo não vale nada! Dois psiquiatras com diálogos de velhas coscuvilheiras.
Uma espécie de heroína e mulher fatal que encanta todos os homens, mas vive desencantada...
Um livro fraco! A autora começa a dar volta aos personagens e isso só faz com que a trama pareça cada vez mais desinteressante e os personagens "meninos bem a cair no ridiculo"."
Blog da Carla.
http://cafdeletras.blogspot.pt/2014/09/opiniao-o-ano-em-que-nao-ia-haver-verao.html
A primeira é da Carla Faleiro!
"No inicio pareceu-me interessante e com algum sentido de humor, mas à medida que o livro avança os personagens perdem-se.
Aparece-nos um Santiago cheio de si, mas que no fundo não vale nada! Dois psiquiatras com diálogos de velhas coscuvilheiras.
Uma espécie de heroína e mulher fatal que encanta todos os homens, mas vive desencantada...
Um livro fraco! A autora começa a dar volta aos personagens e isso só faz com que a trama pareça cada vez mais desinteressante e os personagens "meninos bem a cair no ridiculo"."
Blog da Carla.
http://cafdeletras.blogspot.pt/2014/09/opiniao-o-ano-em-que-nao-ia-haver-verao.html
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
"Carta Aberta"
Carta aberta à tradutora da Bertrand Editora
Lisboa, dia 01 de Outubro de 2014
Exmas. senhora,
Venho por este meio, expor o caso referente à tradução da série Haghlander
da autora Maya Banks.
Sei que uma tradutora tem "carta-branca" no que diz respeito às
traduções que realiza e com essa premissa V. Exa. selecciona as palavras que utiliza na tradução, porém deveria fazer uma pequena pesquisa e
verificar como é traduzida a palavra “lass”, no que refere à temática dos
livros referidos em cima por mim.
Devo admitir que foi deveras desagradável, deparar-me com a constante
palavra "rapariga", quando está deveria ser "moça", há a meu ver, uma
diferença não só na força da palavra, como na sua fonética e no seu "significado".
A palavra "rapariga" no nosso português, pode roça o pouco
respeito, ser um pouco desprezível ou acusatório, assim como é deveras
arrogante, tirando todo o sentido em que os "Haghlander" dizem a
palavra “lass”, sentido esse de carinho, de respeito.
Digo a V. Exa. que a palavra dita, frase sim, frase sim e frase sim, tirou-me a maior parte do prazer da leitura, desconcentrando-me, chegando deveras a irritar-me, levando-me a formatar o cérebro no que se refere a dita palavra, substituindo-a pela palavra correcta.
Digo a V. Exa. que a palavra dita, frase sim, frase sim e frase sim, tirou-me a maior parte do prazer da leitura, desconcentrando-me, chegando deveras a irritar-me, levando-me a formatar o cérebro no que se refere a dita palavra, substituindo-a pela palavra correcta.
Por ultimo, o nosso idioma é tão rico, que com essa riqueza, com o lerem o que traduzem para assim entrarem na história ou estória como se queira chamar, com um pouco de pesquisa, iria ter a sensibilidade de perceber a diferença entre o termo "moça" e "rapariga".
Sem outro assunto, os
meus melhores cumprimentos,
Administração do blog
Eu e os meus Livros
Administração do blog
Eu e os meus Livros
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Momento...
Quando acabo de ler um livro!!
É neste momento que comprovo, o porque de ser tão selectiva no que toca a ler um livro da Harlequin Portugal, ainda bem que o livro estava gratis no site do Kobo se não, acho que ainda estava neste momento a dar com a cabeça na parede, pelos poucos euros (é certo) que tinha gasto!!
A história, lamechas, sem sentido, onde o homem é um verdadeiro bruto, arrogante, idiota, que tem a mania que a mulher faz tudo o que ele quer e pensa e não é faz?! *suspiro*
A mulher, chorosa, "totó", sem espinha dorsal, insossa! Zeus!!
O que mais me surpreende é que estas histórias saídas de uma parte da nossa anatomia, aquela que fica ali para os lados dos fundilhos, são escritas por mulheres... *vai ali tomar algo para a má disposição*
E perguntam que livro é... Eu respondo para não o lerem, se o fizerem é por vossa conta e risco, não minha!
"Paixão Siciliana" de Lucy Monroe.
Só de me lembrar, tive um arrepio.
Boas leituras, pelo menos para vocês!
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